"Alguns poderão ir para o Golfo, outros para a Europa, outros deverão ficar nos Estados Unidos para trabalhar na segurança interna", explicou o porta-voz dessas tropas, Steven Stromvall. Os reservistas habitualmente apóiam as forças de combate nas unidades médicas, de polícia militar, de inteligência militar, transporte, assuntos cívicos e guerra psicológica.
Eles se somarão aos 54 mil guardas nacionais e reservistas já em atividade. No mês passado, o Pentágono convocou 9 mil homens da Guarda Nacional para proteger as bases aéreas norte-americanas.
AFP