EUA: Mais de 50% de adolescentes fizeram sexo oral

Sexta, 16 de setembro de 2005, 07h57


Uma nova pesquisa do Centro Nacional para Estatísticas da Saúde dos EUA mostra que 54% dos adolescentes masculinos já fizeram sexo oral. O levantamento conclui que a prática é mais comum entre os adolescente do que a relação sexual completa. A pesquisa também revela que aumentou o número de mulheres que experimentaram relações homossexuais, especialmente entre as mais jovens, com cerca de 20 anos.

Sobre os hábitos sexuais adolescentes, o estudo afirma que um em cada quatro adolescentes que não tiveram a primeira relação já experimentaram sexo oral. As razões demonstradas para a escolha da prática oral variam. Cerca de 19% citaram razões religiosas ou morais para não terem consumado a relação sexual e 38% dos jovens disseram que não era ainda a hora certa para a experiência.

O estudo mostra que, à medida que os adolescentes crescem, aumenta a prática do sexo oral. Por exemplo, 42% das garotas com idade entre 15 e 17 anos praticaram, enquanto 72% das adolescentes de 18 a 19 anos já fizeram sexo oral.

Entre os meninos que já tiveram a primeira relação, o percentual daqueles que praticam sexo oral aumentou entre 1995 e 2002. Entretanto, a prática de sexo oral não aumentou significativamente entre os que não tiveram a primeira relação sexual. Segundo a pesquisa, pelo menos 80% dos garotos que já tiveram a sua primeira vez praticam sexo oral.

Homossexualidade feminina
A pesquisa, realizada pelo Centro para Controle de Doenças, concluiu que 11,5% das mulheres, com idade entre 18 e 44 anos, disseram que tiveram pelo menos uma experiência homossexual em sua vida. Em uma pesquisa feita há dez anos atrás, o percentual ficava em 4% entre as mulheres com idade entre 18 e 59 anos.

Entre as mulheres com cerca de 20 anos, o percentual aumenta para 14%, segundo a pesquisa atual. Na mesma faixa etária, cerca de 6% dos homens disseram que já tiveram uma experiência homossexual.

A pesquisa é baseada em análise de dados da Pesquisa Nacional do Crescimento da Família de 2002. Cerca de 10 mil adolescentes foram ouvidos no levantamento.

Redação Terra
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Terra - Brasil
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