O empréstimo é assinado pelo presidente do PT, José Genoino, e pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares. Este é o segundo empréstimo assinado por Valério como avalista. Em depoimento à CPI dos Correios, na quarta-feira, Valério negou ter avalizado outros empréstimos do PT além do que foi realizado com o BMG, no valor de R$ 2,4 milhões, operação revelada pela revista Veja. Valério quitou R$ 350 mil da dívida do PT contraída no banco. O presidente do PT negou inicialmente ter avalizado o empréstimo do BMG, mas admitiu a operação quando a revista chegou às bancas. Ele alegou ter assinado o documento em confiança a Delúbio, sem saber do que se tratava.
O nome de Valério não está digitado no contrato, mas a assinatura dele está logo abaixo do nome do ex-tesoureiro petista no espaço destinado aos avalistas. Logo acima, o mesmo Delúbio assina como contratante do financiamento. À direita, está a assinatura de Genoino, cujo nome também não está digitado no papel.