De acordo com Roberts, o Brasil tem um papel importante no combate ao racismo. "O Brasil é visto lá fora como um País que não apenas consegue discutir e resolver questões raciais internamente, mas que provavelmente está fazendo mais para também resolver questões raciais em todo o hemisfério". Ele afirma que o Brasil é fundador da relatoria que trata de temas relacionados aos afrodescendentes na OEA e que o país também tem uma importante atuação na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Washington.
Para o representante da OEA, o debate de questões relacionadas à discriminação étnica pode ser considerado um dos principais resultados dessa conferência. "O primeiro resultado desse encontro é trazer à tona todos esses temas e dar visibilidade a essas questões. O Brasil é um País muito importante para tornar isso possível e visível na América do Sul".
A conferência prossegue até amanhã, quando serão reunidas todas as propostas para a elaboração de um Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial.