"Se as fontes pontifícias divulgam este tipo de notícia, é porque têm muito medo e querem nos preparar para o pior", disse o cardeal ao jornal italiano La Repubblica.
"Devemos rezar para que Deus salve este grande Papa, este homem extraordinariamente bom, que consagra sua vida à Igreja. Temos que deixar os médicos trabalharem. Evitar a pressão sobre eles", disse o cardeal Silvestrini.
Na noite de quinta-feira, o porta-voz do Vaticano, Joaquín Navarro Valls, informou que o Papa estava com uma "febre muito alta", provocada por uma infecção das vias urinárias.
Na madrugada desta sexta-feira, a Rádio Vaticano revelou que João Paulo II reagiu bem ao tratamento com antibióticos e que seu quadro clínico "parece ter se estabilizado".
AFP