O direito eclesiástico prevê a renúncia de um Papa "pelo bem e necessidade da Igreja", segundo ele. "Acho que este é o caso agora. Não podemos continuar assim", disse Küng à rede de televisão pública ARD.
Conhecido por suas críticas ao Vaticano, Küng disse que a Igreja está "tão frágil como o Papa" e que não acha que haja perigo de cisão. "O único problema é que temos de encontrar um sucessor que nos tire da terrível crise a que este Papa nos conduziu."
EFE