O projeto de bioconstrução foi concebido por arquitetos de várias universidades do Rio Grande do Sul que decidiram colocar a mão na massa para mostrar durante o Fórum exemplos práticos das construções a baixo custo.
Bioconstrução
Dos 213 auditórios construídos para abrigar eventos do FSM, 20% foram erguidos pela bioconstrução. Com teto de palha, chão de pedra e paredes de barro, os auditórios foram montados por integrantes do MST com o auxílio de arquitetos do Rio Grande do Sul.
"São espaços construídos com material alternativo, para dar maior conforto térmico. Essa moradia garante conforto com baixo custo. Existem construções feitas com barro que possuem mais de 300 anos. Dependendo de como a técnica é aplicada, ela pode ter a durabilidade bem grande", ressaltou o arquiteto Gabriel Menna Barreto.
A técnica da bioconstrução já é conhecida por alguns agricultores no Centro de Formação Estadual do MST em Porto Alegre. A capacitação dos 20 trabalhadores rurais durante o Fórum tem como objetivo incentivá-los a ensinar as técnicas a outros trabalhadores do movimento.