Marina Mello
Direto de Brasília
Por causa da polêmica gerada em torno de alterações no plano de saúde dos servidores da Câmara (Pró-Saúde), o presidente do Sindicato dos Servidores do Legislativo (Sindilegis), Magno Mello, deverá deixar o cargo, conforme ele mesmo anunciou nesta terça-feira, durante assembléia dos funcionários. Mello é acusado de ter tentado convencer os membros da mesa diretora da Câmara, em reunião na semana passada, a mudar o plano de saúde dos funcionários sem que eles tivessem sido consultados, o que não agradou servidores que integram o Sindilegis.
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Diante disso, antes mesmo de dar início a assembléia desta tarde, Magno Mello anunciou informalmente que estava renunciando ao cargo e se retirou do local. Os sindicalistas o proibiram de presidir a reunião e deram início a uma série de manifestações, pedindo a renúncia formal. Houve tumulto, gritaria e até ameaça de agressão a Magno Mello.
Os membros do Sindilegis continuam reunidos para decidir se continuam com o Pró-Saúde ou se vão mudar de plano. A reunião é realizada no Plenário 2 da Câmara.