A frota chinesa enviada para fazer escolta no Glofo de Aden e nas águas da Somália escoltou, nesta terça, quatro navios comerciais chineses na passagem do glofo.
Os barcos protegidos, três da parte continental chinesa e um da Região Administrativa Especial de Hong Kong, passaram pelo Golfo de Aden esta terça-feira.
A frota, composta por dois contratorpedeiros e um navio de abastecimento, entrou no Oceano Índico depois de uma viagem de quatro dias. A frota chinesa zarpou da província de Hainan, no sul da China, no dia 26 deste mês.
As embarcações comerciais têm sido freqüentemente atacadas por piratas no Golfo de Aden e nas águas somalis. Cerca de 1.265 navios comerciais chineses passaram pelo golfo este ano e sete deles foram atacados, de acordo com as estatísticas oficiais.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas adotou, desde junho, quatro resoluções, pedindo a todos os países e regiões que ajudem a vigiar os locais. A resolução mais recente autorizou os países a tomada de medidas necessárias para combater os piratas.
A frota tem um total de 800 tripulantes, entre eles 70 soldados da força especial da Marinha chinesa. Os navios de combate estão equipados com mísseis, canhões e armas leves.