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Agredido vai à Justiça para "quebrar" a Ku Klux Klan

Quinta, 13 de novembro de 2008, 08h41


Uma vítima da organização racista Ku Klux Klan que sofreu lesões corporais em 2006, entrou na Justiça contra o grupo. Jordan Gruver, 16 anos, que sofreu arranhões e teve ossos quebrados, quer uma indenização grande o suficiente para levar à falência o império do KKK nos Estados Unidos.

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Gruver, cidadão americano com ascendência panamenha, foi castigado em julho de 2006 no condado de Meade, em Brandenberg, Kentucky. Jogaram-lhe álcool e aplicaram-lhe socos e pontapés no chão. Quando as agressões pararam, Gruver tinha o maxilar e o antebraço quebrados e duas costelas fraturadas, além de arranhões e outros ferimentos.

A briga foi entre o garoto, que pesava 68 kg e tinha aproximadamente 1,59m de altura, e dois integrantes da Ku Klux Klan, sendo que o maior deles pesava 136 kg e media 1,94m de altura, segundo informações da rede americana CNN.

Gruver, com a ajuda de uma organização civil, espera obter uma indenização de US$ 6 milhões. "Nós queremos justiça para compensar os danos sofridos por Gruver e uma indenização que seja capaz de retirar a organização racista dos seus negócios", disse o porta-voz do Southern Poverty Law Center, Booth Gunter.

O júri, composto por sete homens e sete mulheres, foi escolhido na última quarta-feira para ouvir o depoimento de Gruver dos dois membros do grupo acusados da violência. Estes foram identificados nos documentos judiciais como o "Feiticeiro Imperial" Ron Edwards e Jarred R. Hensley, o "Grande Titã" do Klan de Ohio.

Redação Terra
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Terra - Brasil
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