O mais alto tribunal do país segue estudando o caso de Troy Davis, 39 anos, que passou 17 no corredor da morte na Geórgia (sul); sua execução foi suspensa duas horas antes, no final de setembro.
Davis havia sido condenado apesar da ausência de prova material - a arma do crime jamais foi encontrada, assim como pelos exames de DNA; além disso, das nove testemunhas, seis se retrataram.
A defesa solicitou à Corte Suprema uma resposta sobre a constitucionalidade ou não de se executar uma pessoa em meio à nova evidência substancial que comprova que não foi culpada do crime.
AFP