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CNJ lança projeto para diminuir lotação de presídios

Quarta, 20 de agosto de 2008, 02h00


Foi lançado ontem na sede do Tribunal de Justiça (TJ) um programa nacional de mutirão carcerário que promete regularizar a situação de cada um dos cerca de 23 mil presidiários do Estado, desafogando as prisões. Duas unidades do Rio de Janeiro servirão como piloto.

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A apresentação do projeto, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), contou com a presença do presidente do TJ, desembargador José Carlos Murta Ribeiro, do presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, ministro Gilmar Mendes, e do governador Sergio Cabral.

O mutirão começa nos presídios Plácido Sá Carvalho, em Bangu, e Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos, Norte Fluminense. Cada unidade contará com juízes, promotores e defensores. "A idéia é saber quantos são e seus direitos. Vamos tentar evitar que haja qualquer delonga na projeção da pena", explicou o desembargador José Carlos Murta Ribeiro. O ministro Gilmar Mendes calcula em 30% a população carcerária encontra-se em situação irregular hoje.

O governador Sergio Cabral anunciou a entrada de 240 agentes nos presídios e a saída de 200 policiais militares: "Até o fim do ano tiramos toda PM de dentro do sistema carcerário".

O Dia
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Terra - Brasil
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