Marina Mello
Direto de Brasília
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Schoedl foi preso em flagrante em 2004, sob suspeita de ter assassinado a tiros o estudante Diego Mendes Mondanez e ferido Felipe Siqueira Cunha de Souza. Ambos teriam mexido com sua namorada na saída de uma festa.
O ato de exoneração segue a decisão do CNMP, que votou para que Schoedl não fosse efetivado na carreira de promotor por não ter concluído parte do estágio probatório exigido.
Com isso, Schoedl que iria ser julgado pelo assassinato na próxima quarta-feira pelo Tribunal de Justiça de SP (pelo fato de ainda ser considerado promotor), terá de responder agora na Justiça comum. O ato de exoneração será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira.