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Em nota, o IPT reafirma "as conclusões e o conteúdo de seu relatório que, com total isenção, procurou as reais causas da ocorrência e preocupou-se em orientar para que tragédias como a de 12 de janeiro de 2007 sejam evitadas no futuro, sem qualquer juízo sobre as responsabilidades, que serão determinadas nos processos judiciais".
O Metrô de São Paulo contratou o IPT para apurar as causas do acidente na Estação Pinheiros em razão do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre a Companhia, o Ministério Público e o Consórcio Via Amarela.
O laudo do IPT apontou como causas do acidente falhas na execução e na fiscalização da obra pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). Já o relatório do consórcio afirma que o acidente foi causado pela ocorrência de três fatores geológicos"simultaneamente combinados, somados à imprevisibilidade.
Os fatores que teriam coloborado, segundo a Via Amarela, são o tipo de solo arenoso, o "material geológico mole" presente no local do desabamento e um efeito lubrificante que teria sido produzido, o que teria convergido em uma condição "que não era possível ser suportada pelo túnel."