Engenheiro quer substituir cobaias vivas por chips

Quarta, 23 de julho de 2008, 09h43


Uma nova patente registrada por Wei Li, engenheiro mecânico da Universidade de Washington, em Seattle, Estados Unidos, quer colocar um fim nos gastos com testes de drogas em animais e humanos, substituindo-os por microchips. Segundo o site NewScientist, o cientista acredita que chips podem clonar a estrutura orgânica do corpo humano.

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Bastaria que células do órgão real, como de um fígado, por exemplo, fossem cultivadas nas estruturas de silício para que os efeitos tóxicos de drogas fossem testados sem riscos à saúde de humanos e animais.

O problema da tecnologia, entretanto, seria o fato de que os chips ofereceriam apenas duas dimensões, o que atrapalharia o realismo no processo. Li então desenvolveu um chip de polímero que através de suas cavidades clona a estrutura tridimensional do tecido humano.

Além de baixar o custo, a alternativa de alta tecnologia seria uma solução que agradaria ativistas que se declaram contra tais testes em animais. O texto da patente pode ser lido na íntegra, em inglês, pelo atalho tinyurl.com/6dgm89.

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Terra - Brasil
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