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Rio: Natalino diz que provas foram "plantadas"

Quarta, 23 de julho de 2008, 02h53


Na 35ª DP (Campo Grande), Natalino Guimarães negou participação no esquema e disse que a lista com 42 nomes de milicianos e parte das armas apreendidas na sua casa foram "plantadas" para forjar flagrante. O deputado estadual admitiu ter apenas uma carabina 12 e uma pistola da Polícia Civil, que já deveria ter sido devolvida à instituição no dia 11, quando foi expulso do cargo de inspetor.

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"Não faço nada de errado. Eu não tenho nada a ver com a Liga da Justiça e também não houve troca de tiros", defendeu-se. Natalino contou que estava tirando o carro da garagem, para levar em casa o cabo da PM que dirigiu o veículo da Assembléia Legislativa até sua residência, quando foi surpreendido pelos policiais civis.

Natalino contou que, temendo ser morto, entrou para dentro de casa e ligou para o 190, pedindo ajuda. O deputado acusou o delegado Marcus Neves de ser o autor do ataque à delegacia, no dia 11 de junho, atribuído a milicianos. "Quem colocou aquela bomba de extintor de incêndio aqui (na delegacia) foi o delegado. Ele é um bobalhão. É louco e está querendo aparecer. Deve ser candidato a deputado nas próximas eleições", acusou.

O Dia
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Terra - Brasil
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