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Erna Rivera, 26 anos, admitiu ter perdido a paciência na segunda-feira após a filha de 9 anos se recusar a ler um livro que os professores haviam pedido como uma tarefa de férias. Ela chutou e bateu na filha em sua casa em Santiago, afirmou a polícia.
A menina morreu pouco depois - na véspera de seu aniversário de 10 anos. Rivera foi acusada de assassinato.
"Ela admite ter batido na garota, ter chutado, socado e a ter jogado contra os móveis da casa", disse Maurício Lara, da divisão de homicídios da polícia.
"A menina teve traumatismo, quis vomitar e desmaiou. A própria mãe levou a filha a um centro médico próximo, e ali a menina sofreu uma parada cardiorrespiratória. Tentaram ressuscitá-la, mas ela morreu."
Rivera foi acusada de violência familiar por seu parceiro no ano passado, disse Lara.
Reuters