» Vilma vai para regime aberto
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Segundo o TJ-GO, o juiz fará uma audiência às 13h30 de sexta-feira para definir como será cumprido o regime aberto e quanto tempo ele durará.
Entenda o caso Pedrinho
O caso Pedrinho ficou nacionalmente conhecido em 1986, ano de nascimento do garoto, quando os pais biológicos, Jayro e Maria Auxiliadora Tapajós, promoviam buscas ao filho seqüestrado.
Dezesseis anos depois, Gabriela Azeredo Borges, 19 anos, neta do pai adotivo de Pedrinho, associou a imagem do garoto, ainda recém-nascido, no site do SOS Criança. No dia 21 de outubro de 2002, Gabriela reconheceu semelhanças com a foto de Jayro Tapajós, também veiculada pelo site, com Pedrinho.
Gabriela ligou então para o SOS Criança e, orientada pela equipe da instituição, recolheu um fio de cabelo de Pedrinho para realização do exame de DNA. O teste comprovou que o garoto na verdade era filho de Jayro e Maria.
Além do exame de DNA, que comprovou a verdadeira paternidade do garoto, Maria Auxiliadora também reconheceu Vilma Costa como sendo a mulher que havia seqüestrado Pedrinho. No entanto, Vilma não pôde ser processada pelo seqüestro porque o crime prescreveu em 1994. O Ministério Público pediu então a reabertura do inquérito.
Pedrinho conheceu os pais biológicos em 23 de novembro de 2002.
O caso Roberta Jamilly
As suspeitas sobre a possibilidade de Aparecida Fernandes Ribeiro da Silva também ter sido seqüestrada por Vilma e batizada como Roberta Jamilly, quando criança, cresceram com a elucidação do caso Pedrinho.
Uma outra investigação foi aberta sobre o caso e um exame de DNA realizado com a saliva de Roberta Jamilly, a partir de uma ponta de cigarro deixada em uma delegacia, em um dia de depoimento, comprovou que a jovem não é filha de Vilma Costa, mas de Francisca Maria da Silva.