A jovem, uma estudante universitária, passou a ser submetida a sessões de hemodiálise e a integrar uma lista de espera por um transplante de rim.
Segundo advogado da argentina, Hernán García Guiffre, logo depois da operação, o médico informou aos pais da paciente que o que havia retirado do seu corpo não era um tumor ou um quisto, sem reconhecer que, na realidade, tratava-se de um rim.
"Tiramos uma coisa que não se sabe que diabos é, parece um tecido renal, mas sem função", teria dito o médico.
O advogado sustenta que o médico decidiu pela extração do suposto tumor, que na realidade era um rim, sem medir a conseqüência que representava retirar da paciente o único destes órgãos que possuía.