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» Perícia vincularia casal a ferimentos
» Mantimentos chegam à casa do avô
O desembargador Caio Canguçu de Almeida, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu na sexta-feira o habeas-corpus ao casal, investigado pela morte de Isabella. A decisão poderá ser ainda questionada por meio de recurso ao Superior Tribunal de Justiça. Eles ficaram nove dias presos.
Nardoni e Anna Carolina estão na casa do avô paterno de Isabella desde a noite de ontem. Pela manhã, um carro com mantimentos chegou ao local.
Na sexta-feira, o promotor Francisco Cembranelli, responsável pelo caso, afirmou que uma das testemunhas disse ter ouvido a voz de uma criança durante uma discussão ocorrida no apartamento onda moram o pai e madrasta da menina. Cembranelli declarou que testemunhas reconheceram a voz de uma das pessoas que discutia como a de Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella.
O promotor declarou que há informações preliminares, "categóricas", do Instituto de Criminalística que permitem vincular o pai e a madrasta da menina aos ferimentos causados à criança "e ao que ocorreu propriamente dito na cena do crime".
Isabella foi encontrada ferida, no sábado, dia 29 de março, no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h. Há suspeitas de que ela tenha sido atirada da janela do apartamento, no 6º andar do edifício.