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Beth e Brian Willis afirmam que as peças de roupa - uma branca e uma negra, de acordo com a coloração do pêlo dos cachorros - são quentinhos e os mantém secos mesmo em clima úmido.
O primeiro pulôver foi tricotado com os pêlos de Kara, um cão branco da raça Samoieda e que morreu em 1996. O segundo foi feito com o pêlo de um Spitz da Lapônia negro chamado Penny, e que morreu em 2002.
"Na verdade não é cabelo, mas uma lã, e é por isso que é tão boa para roupas", disse Beth Willis, 71 anos, segundo o Telegraph. "(O pêlo) simplesmente caía dos cães e eu passava a mão molhada sobre o carpete e pegava."
A raça Samoieda é nativa do norte da Rússia e seu pêlo, quase à prova d'água, é mais macio do que o da alpaca.
"Algumas pessoas acham nojento, mas para nós parece normal", disse Beth Willis, que garantiu que os pulôvers são lavados da mesma forma que roupas comuns e que têm grande durabilidade, segundo o Telegraph.