Mariane Broc
Direto de São Paulo
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Segundo o Contru, havia grande quantidade de material inflamável, como papel e papelão, no subsolo do estabelecimento, onde há um estacionamento e passa grande quantidade de veículos. Os fiscais também identificaram problemas de segurança nas escadas rolantes do shopping.
Foram apreendidos na operação produtos piratas e outros materiais de origem desconhecida e sem nota fiscal. Segundo o Contru, também participam da operação para lacrar o estabelecimento as policiais Civil e Militar, o governo do Estado, a Secretaria da Fazenda e a Receita Federal.
No dia 14 de novembro, uma blitz da Prefeitura de São Paulo, em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Federal, apreenderam vários produtos importados ilegalmente que estavam expostos à venda no Shopping Pari, que pertenceria a Law Kin Chong. O chinês foi preso durante a blitz, acusado de crime de descaminho.