Segundo a investigação, liderada pelo departamento de Saúde de Nova York, os resultados são similares aos registrados com os adultos. O estudo revela que a metade de 3,1 mil crianças analisadas desenvolveram ao menos um sintoma patológico respiratório ou tiveram agravado um problema já existente entre o momento dos ataques e consultas realizadas entre 2003 e 2004.
O controle teve início em 2003 para acompanhar o estado de saúde de socorristas, vizinhos e demais pessoas afetadas pela poeira. "As crianças expostas à poeira após a queda das torres têm duas vezes mais probabilidades de sofrer de asma que as demais crianças", afirma o departamento de Saúde.
AFP