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Morte de universitária: polícia cogita crime passional

Terça, 30 de outubro de 2007, 11h14


A Polícia Civil de Londrina vai ouvir nesta terça-feira novas testemunhas sobre a morte da estudante Amanda Rossi, 22 anos, encontrada morta na manhã de segunda-feira, na Universidade Norte do Paraná (Unopar), em Londrina (PR). O delegado-chefe da Polícia Civil, Sérgio Barroso, afirmou que não descarta a possibilidade de crime passional, mas a polícia ainda não tem uma linha de investigação definida.

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Amanda estava desaparecida desde sábado e foi encontrada com uma lesão na cabeça, dentro da casa de máquinas da piscina da Unopar. Informações preliminares do Instituto Médico Legal (IML) apontaram que a causa da morte foi asfixia por esganadura.

"Não temos uma linha específica de investigação ainda, pode ser homicídio, latrocínio ou crime passional", afirmou. Segundo ele, a possibilidade de crime passional deve ser considerada pela maneira como a jovem foi morta.

O delegado afirmou que ainda não existem suspeitos para o crime e que o caso foi encaminhado ao delegado do setor de Homicídios, Joaquim Antônio de Melo. A polícia deve fazer um levantamento das ligações recebidas no celular de Amanda, pois testemunhas disseram que a jovem desapareceu depois de receber uma ligação. A bolsa e o celular da jovem foram roubados.

O corpo de Amanda foi enterrado na manhã desta terça-feira no cemitério João XXIII. O cortejo da estudante chegou ao cemitério por volta das 8h30. O pai da universitária, Luis Rossi, caminhou em frente ao caixão, carregando uma foto dela.

Redação Terra
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Terra - Brasil
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