O caso analisou até que ponto as organizações podem aplicar suas crenças em detrimento dos direitos trabalhistas, em mais um capítulo do embate entre Estado e religião nos EUA.
Os grupos argumentavam que, ao serem obrigados a oferecer pílulas ou outros métodos anticoncepcionais a seus empregados por causa do seguro-saúde, tinham violados os direitos contemplados pela Primeira Emenda da Constituição americana.
A petição ia contra uma lei do estado de Nova York que afirma que todos os empregados de grupos religiosos devem ter acesso a medidas de controle de natalidade como parte do seguro-saúde.
As organizações argumentam que não podem "facilitar ou promover, direta ou indiretamente, a prática da contracepção" porque vai contra sua filosofia.
A Suprema Corte não explicou sua decisão sobre a ação, que também foi apoiada por judeus ortodoxos e outros grupos religiosos.
AFP