Élcio Braga
» Leia mais
notícias
do jornal O Dia
» Opine sobre o assunto
Leandro mora há dois anos com os pais e dois irmãos no bairro do Limão, subúrbio de São Paulo. "Quando aluguei o imóvel, sabia da igreja. Mas não imaginava que seria tanto barulho", diz ele, que é católico não praticante.
O analista já tentou acordo com o pastor várias vezes. "Eles baixam o som na hora, mas duas semanas depois voltam a exagerar", conta. Ele recorreu também ao Programa de Silêncio Urbano, da Prefeitura de São Paulo. Técnicos estiveram no local e recomendaram o revestimento acústico, mas a igreja ainda não respondeu. O analista afirma ter dificuldades para ver TV e até conversar durante os cultos mais inflamados.
O site chega a registrar até mil acessos diários. Além dos relatos, o site traz enquete sobre as denominações evangélicas e religiões com mais reclamações. A Igreja Universal lidera com 1.045 reclamações, seguida pela Assembléia de Deus (947), Deus É Amor (279), centros de umbanda (238) e Igreja Católica (133).
O Dia