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Amigo nega que francês morto fosse homossexual

Quinta, 14 de junho de 2007, 08h06


Amigo do turista francês Grégor Erwan Landouar, 35 anos, Marcello Bittencourt, diretor da rádio USP, disse ao jornal Folha de S.Paulo que é "muito pouco provável" que Landouar tenha ido à parada gay, como informou a polícia. O francês foi assassinado no último domingo na alameda Franca, em São Paulo.

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"Só se foi como curioso. Ele, com certeza, não era gay nem simpatizante. Era apenas uma pessoa tolerante, sem preconceito. Mas contava que já havia morado com duas mulheres, por 3 anos com cada uma", disse.

Da França, Morgan Landouar, 40 anos, irmão de Grégor, disse ao jornal que, além de triste pelo assassinato de seu único irmão, a família também lamenta pelos brasileiros, "por viverem num País como esse, tão perigoso".

Ontem, o artista plástico João Monteiro da Cunha Salgado Neto, que registrou boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de Grégor no dia 7, depôs no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Salgado Neto afirmou que conheceu o turista há 25 anos na Europa, e ressaltou que Grégor se hospedou em sua residência na capital em busca de novos negócios no Brasil, segundo a rádio Jovem Pan. O escultor não quis fornecer detalhes de seu depoimento, mas espera, a partir de agora, trabalhar e não ser mais importunado sobre o caso.

Redação Terra
Leia esta notícia no original em:
Terra - Brasil
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