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A promotoria argumenta, no pedido encaminhado ao juiz da 3ª Vara Criminal de São Gonçalo, que é necessária a prisão cautelar porque "em liberdade os indiciados atrapalharão o curso do processo, coagindo testemunhas. Os indiciados se utilizam da prática de coação de forma sistemática, utilizando da influência do vereador Mota, o que torna evidente o fato de que, estando eles em liberdade, será difícil convencer as vítimas a depôr sobre as ações truculentas dos envolvidos".
Lisângeli Alcântara destaca ainda que "há vários relatos de testemunhas evidenciando que os indiciados se organizaram com o intuito de tomar as linhas de transporte alternativo em São Gonçalo, valendo-se da prática reiterada de ameaça, extorsões e estelionato". De acordo com a promotora, a prisão do vereador e do filho vão garantir a ordem pública e impedir que os crimes continuem a ser praticados.
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