Jeferson Ribeiro
Direto de Brasília
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Ao ser acomodado em um assento mais ao fundo do avião, Clodovil gritou com os comissários e disse que não aceitaria ser realocado. Depois de bater boca com os funcionários da empresa, o deputado deixou o vôo debaixo de vaias e sentou no acesso ao terminal 8 de embarque do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, impedindo o acesso de outros passageiros ao local.
Depois de algum tempo, o deputado foi removido pela Polícia Federal (PF) e levado para um interrogatório na sala da PF no terminal aéreo. A assessoria da Polícia Federal informa que, no momento, Clodovil não está mais detido.
Em nota, a Gol lamentou o ocorrido e diz que houve uma falha no sistema que acabou resultando na marcação indevida do assento do deputado Clodovil.
Confira a íntegra da nota:
NOTA À IMPRENSA
A GOL Transportes Aéreos informa que uma falha em seu sistema marcou de forma indevida o assento no vôo 1847, de Brasília para São Paulo (aeroporto de Cumbica), em que viajaria o deputado Clodovil Hernandes. A Companhia se colocou à inteira disposição do parlamentar, oferecendo outro assento no mesmo vôo. Também foram oferecidas opções de embarque em vôos posteriores, e a GOL lamenta o ocorrido.
São Paulo, 31 de maio de 2007