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"Falta profissionalismo ao gestor da área de Educação. O Rio não tem sido capaz de transformar a mão-de-obra qualificada e recursos financeiros num sistema escolar eficiente", disse o economista André Urani, diretor-executivo do Iets, a O Dia.
Para 95,6% dos entrevistados, a Educação no Rio está muito ruim. Quase metade deles (45%) acredita que essa área deve ser prioridade de investimentos nos próximos quatro anos. Em primeiro lugar aparece Segurança, seguida por Educação e Saúde. Os entrevistados propõem a ampliação da jornada escolar e melhor qualificação dos professores do estado. Sugerem maior participação da família na vida escolar e que se abram as escolas nos fins de semana para cursos profissionalizantes, atividades que permitam a ocupação dos jovens.
A preocupação com a Educação como arma no combate à violência também é apontada em pesquisa da Fecomércio. Para 59% da população, a melhor solução para a redução da criminalidade é prestar mais atenção à condição de vida da população. Sem moradia, Saúde, Educação e emprego, o jovem sempre verá o crime como uma das únicas opções para ascender. Entre os entrevistados, 91% são favoráveis à implementação de programas para crianças de 7 a 14 anos fora do horário escolar.