Caverna no México pode ter até 30 ossos de maias

Sábado, 28 de abril de 2007, 17h38
Instituto de Antropologia e História do México pretende criar um museu com as ossadas
Instituto de Antropologia e História do México pretende criar um museu com as ossadas
28 de abril de 2007
EFE


O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México pretende criar um museu com restos arqueológicos maias achados em cavernas da comunidade de Puxcatán, no Estado de Tabasco. O diretor do INAH em Tabasco, Juan Antonio Ferrer Aguilar, disse neste sábado que podem haver até 30 crânios, 40 vasos de barro e outros objetos da época dos maias na caverna Puyil, onde foram feitas novas descobertas arqueológicas esta semana.

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Aguilar afirmou que está conversando com os moradores de Puxtacán para analisar a possível construção de um museu arqueológico no local. Um estudo do INAH mostra que em três municípios de Tabasco - Teapa, Tacotalpa e Tenosique - existem 120 cavernas não exploradas, as quais podem guardar vestígios das culturas antepassadas.

Na comunidade de Puxcatán, os habitantes pediram às autoridades que trabalhem no resgate de um suposto cemitério maia localizado em uma zona serrana conhecida como caverna Puyil, palavra que significa "caracol" no dialeto local. "Os que entraram na caverna dizem que é um cemitério maia", afirmou a indígena Rosita Parcelo.

Segundo o INAH, na caverna podem haver ossos de homens e crianças sacrificados na época da cultura maia. Segundo os habitantes, até agora já foram achados no local cinco crânios. Os ossos estão a 70 m da entrada da cova e permanecem intactos desde seu descobrimento, em 2004.

EFE
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Terra - Brasil
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