"A execução, desta maneira, do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein se desenvolveu seguindo as ordens e os desejos do ocupante e de alguns de seus aliados no exterior e no interior" do Iraque, afirma.
"Trata-se de um ato eminentemente político", estima o texto, que destaca o fato de que a execução coincidiu com o dia da festividade religiosa muçulmana de Aid Al Adha.
A eleição desta data "mostra seu ódio e seus desejos de provocar" os sunitas, acrescenta o Comitê.
O comunicado exorta os iraquianos a "aprender a lição (da execução), a salvaguardar a unidade nacional e a desbaratar os planos daqueles que tentam pôr o país" numa guerra confessional.
AFP