A decisão foi baseada no depoimento de Faiz Bafana, um suposto terrorista malaio detido em Cingapura. "Moussaoui sabia perfeitamente por quê estava ali. Para explodir um avião sobre a Casa Branca", declarou a juíza ao procurador adjunto Kenneth Karas.
Os advogados de Moussaoui consideram que o depoimento de Bafana pode ajudar seu cliente, porque contém uma frase na qual o malaio afirma que acredita que Moussaoui está louco. Moussaoui, cidadão francês que foi preso nos Estados Unidos antes de 11 de setembro por uma infração das leis de imigração, é a única pessoa que está sendo julgada pelos atentados contra Nova York e Washington, que causaram mais de 3 mil mortes.
AFP