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Depois da queda do Boeing 737-800, cinco homens do Para-Sar, o esquadrão de elite da Aeronáutica, desceram de rapel no local da queda. Ainda naquela sexta-feira, 29 de setembro, o grupo de militares fez chegar a Brasília a descrição do cenário aterrador.
A Aeronáutica, a Infraero e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), já sabiam que os 154 ocupantes do Boeing estavam mortos. Mas as famílias das vítimas passaram mais dois dias alimentando esperanças, já que a comunicação oficial de que não havia sobreviventes veio só no domingo 1º de outubro.
Os homens do Para-Sar passaram aquela primeira noite após o acidente junto aos corpos, numa operação que vinha sendo mantida em segredo, disse o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira.