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China proíbe festas na Grande Muralha

Quarta, 25 de outubro de 2006, 11h37


A China proibiu festas e outros "comportamentos inadequados" na Grande Muralha, a fim de proteger uma de suas principais atrações turísticas .

Estima-se que a Grande Muralha, que se estende por mais de 6.400 quilômetros, receba 10 milhões de visitantes por ano, a maioria nos meros 10 quilômetros abertos a turistas em Badaling, o ponto mais próximo de Pequim.

Visitantes mais aventureiros costumam escalar seções mais afastadas e desgastadas que não são oficialmente abertas ao público, e partes próximas à capital tornaram-se lugares populares para raves de verão.

As novas regras, estipuladas pelo Conselho de Estado, o gabinete chinês, proíbem a circulação de veículos na muralha ou atividades em grupo, como festas.

"A exploração turística inadequada causou danos à Grande Muralha e a seus aspectos históricos", disse uma autoridade do Conselho de Estado, segundo o site do governo.

Em 1992, um motociclista de Hong Kong saltou sobre a muralha e o norte-americano David Copperfield fez seus números de ilusionismo lá, três anos depois.

"De acordo com as novas regras, isso será considerado ilegal no futuro", disse o jornal Beijing News.

As leis também prevêem que os governos locais limitem o número de visitantes da Grande Muralha, tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1987.

(Por Vivi Lin)

Reuters
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Terra - Brasil
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