O fato ocorreu no último domingo. "O pára-quedas principal e o de reserva falharam. Caí num campo, sobre uma árvore, acho que uma mangueira", explicou o coronel comandante, entrevistado pela rádio CBN. O resultado: "uma fratura de nariz, duas vértebras e o esterno quebrados.
"Essa queda não foi nada, estou vivo, tranqüilo e pronto para outro salto", declarou. Perguntado sobre seus pensamentos no momento da queda ou se chegou a perder a consciência, explicou que "estive lúcido todo o tempo, tentei buscar uma solução, pensei em minha família, no que poderia ocorrer. É muito rápido".
O coronel, que no passado sofreu apenas um corte num acidente de avião, disse que não se sente "como um gato, com sete vidas". Ao se despedir, a entrevistadora brincou: "ia desejar-lhe boa sorte, mas dadas as circunstâncias, acredito que você não precise disso".
Oscar pertence ao Esquadrão Aéreo-Terrestre de Salvamento (Pára-Sar), grupo de elite da Força Aérea Brasileira. Ele foi levado para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e, no dia seguinte ao tombo, recebeu alta.
AFP