De acordo com o jornal O Globo, os PMs viram a placa baixar na passagem de um radar e pararam o carro. No momento da abordagem, a placa já estava na posição original e, por isso, não foi possível prender em flagrante o condutor. O crime de adulteração de característica de propriedade prevê penas de até seis meses de prisão, multas e apreensão da habilitação, de acordo com Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O motorista, Adeilson Félix de Brito, entregou o carro, prestou depoimento e depois foi liberado. Segundo a polícia, não foi possível prendê-lo porque não houve provas concretas de que ele utilizou o sistema na Linha Vermelha. Até ontem, os agentes não localizaram fotos do veículo nos radares da rodovia.
O proprietário do carro, Renato Montes, será chamado para depor. Ele nega ter conhecimento do sistema para burlar a fiscalização e diz que, por isso, nunca chegou a utilizá-lo na Parati. De acordo com a polícia, há registro nas fotos dos radares de outros veículos dotados do mecanismo.