As suspeitas recaíam principalmente sobre a rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. No Paquistão, bombas explodiram em postos de combustíveis da Shell e da Caltex. Na Argélia, os soldados buscavam no deserto do Sahara 15 turistas europeus mantidos reféns por guerrilheiros muçulmanos.
Os Estados Unidos afirmam que sua guerra contra o terror, lançada após o 11 de setembro de 2001, destruiu a liderança da Al-Qaeda. O responsável pela Segurança Interna dos EUA, Tom Ridge, advertiu, no entanto, que o risco de um ataque ainda é muito real.
Enquanto isso, agentes do FBI e da CIA se juntaram à caçada aos responsáveis pelos ataques de segunda-feira na Arábia Saudita, que mataram ao menos 34 pessoas, incluindo sete norte-americanos. Os atentados de Riad foram o primeiro grande ataque contra interesses dos EUA desde a derrubada de Saddam Hussein do governo do Iraque, considerada por Washington parte da guerra contra o terror.
Reuters