O teste, orçado em US$ 16 milhões, misturou-se, em determinado momento, com a realidade, quando um assalto a uma casa provocou uma forte presença policial num subúrbio da cidade. De dentro do helicóptero de uma emissora de rádio, um repórter aéreo de trânsito não conseguiu identificar o que estava acontecendo e acabou confundindo o assalto com a simulação. A informação foi corrigida quando as autoridades confirmaram que se tratava de um evento real.
Mas não faltaram acidentes simulados no exercício que começou segunda-feira em Seattle. A maioria dos eventos foi planejada para colocar estresse em hospitais e sistemas de saúde que supostamente já estavam lidando com centenas de vítimas de um ataque de peste pneumônica.
Também foram planejados uma colisão no aeroporto Midway de Chicago entre um helicóptero médico Blackhawk e um Boeing 757 e uma operação com tiros, na qual a polícia dá uma batida no laboratório do grupo que lançou o ataque biológico contra a cidade. A maioria dos exercícios foi feita apenas no papel, longe do olhar público, para testar a estamina e a flexibilidade dos funcionários que comandam os serviços de emergência.
Muito pouco foi divulgado sobre como os funcionários estão se saindo no exercício. Os resultados serão reunidos num relatório interno, mas ainda não está claro o que será divulgado ao público.
Reuters