
Os casos confirmados de gripe suína aumentaram para 286 na Guatemala, entre eles um morto, informaram neste sábado as autoridades sanitárias.
O Ministério da Saúde Pública guatemalteco afirmou, em comunicado, que nas últimas horas foram detectadas 13 mulheres e nove homens com o vírus A (H1N1), que apareceu no país pela primeira vez no início de maio.
A pasta de Saúde afirma que as primeiras 262 pessoas que se infectaram com a gripe suína estão totalmente curadas, enquanto os outros contagiados estão sob tratamento médico.
A primeira vítima fatal deste vírus na Guatemala, em junho, foi um homem de 35 anos, originário do departamento de Santa Rosa.
A fonte não precisa, em seu mais recente relatório, se a doença influenciou na morte de uma criança de 12 anos no final de maio por causa de uma broncopneumonia e problemas renais.
Na quarta-feira passada, o Governo dos Estados Unidos doou ao Ministério da Saúde Pública guatemalteco equipamentos de laboratório de alta tecnologia para detectar de forma rápida o vírus A (H1N1).
O ministro da Saúde da Guatemala, Celso Cerezo, disse na terça-feira que este vírus chegou ao país para ficar como uma pandemia, da mesma forma que a aids.
As autoridades sanitárias afirmam que "a doença está controlada", mas a Guatemala mantém em nível nacional um alerta laranja (prevenção) contra a gripe.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.
EFE
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