
O número de vítimas fatais da gripe suína aumentou nesta sexta-feira para 19 no Chile, país que registrou 7.342 casos confirmados de pessoas com o vírus A(H1N1), informaram as autoridades locais.
Mais duas pessoas morreram hoje em decorrência da doença. Uma tinha 38 anos, era da cidade de Puerto Montt e estava internada em um hospital de Santiago. A outra, de 36 anos, era da região de Bío-Bío, no sul chileno.
A situação no Chile é de alarme nacional, com 19 mortos, 7.342 casos confirmados e 183 pacientes em estado grave por causa da gripe.
Segundo números oficiais, 79,3% dos casos confirmados estão recuperados e 17,2% recebem tratamento em casa.
As crianças e jovens em idade escolar (entre 5 e 19 anos) são os mais afetados pela doença, concentrando 61% do total de contágios.
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, assegurou na segunda-feira que a gripe é "a pior epidemia enfrentada pelo país nos últimos 52 anos".
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.
EFE
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