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Política
Verticalização impôs limites a alianças de partidos
 
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O presidente do TSE, ministro Nelson Jobim, favorável à medida
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» Senado tenta anular verticalização de coligações
» Justiça Eleitoral mantém posição sobre coligações
» Coligações estaduais terão de ser as mesmas que as nacionais
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou em 2002 com a farra de coligações para a corrida aos votos do eleitorado. Em fevereiro, o TSE, motivado por uma representação do deputado pedetista do Rio de Janeiro Miro Teixeira, que pedia a regulamentação de um artigo da lei eleitoral sobre o perfil das alianças, aprovou a chamada verticalização.

A medida bloqueou acordos para os partidos celebrarem coligações diferentes na disputa nacional à Presidência e nos Estados. A decisão gerou reação do Congresso, que ameaçou derrubar a resolução do tribunal. A novela terminou com a verticalização comandando as alianças para a sucessão de 2002.

A regra foi: partido com candidato a presidente não poderia se coligar nos Estados com outra sigla que tivesse candidato próprio à sucessão presidencial.
 

Redação Terra