O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou em 2002 com a farra de coligações para a corrida aos votos do eleitorado. Em fevereiro, o TSE, motivado por uma representação do deputado pedetista do Rio de Janeiro Miro Teixeira, que pedia a regulamentação de um artigo da lei eleitoral sobre o perfil das alianças, aprovou a chamada verticalização.
A medida bloqueou acordos para os partidos celebrarem coligações diferentes na disputa nacional à Presidência e nos Estados. A decisão gerou reação do Congresso, que ameaçou derrubar a resolução do tribunal. A novela terminou com a verticalização comandando as alianças para a sucessão de 2002.
A regra foi: partido com candidato a presidente não poderia se coligar nos Estados com outra sigla que tivesse candidato próprio à sucessão presidencial.