No dia 25 de fevereiro, a polícia paulista prendeu o maior seqüestrador do Estado, Wanderson Newton de Paula Lima, o Andinho. Ele era acusado de comandar uma das mais atuantes quadrilhas e responsável por 19 seqüestros.
Um dos casos foi o do assassinato da dona-de-casa Rosana Melloti, da comunidade cigana de Campinas. Os bandidos pediaram R$ 300 mil e os parentes da vítima tentaram negociar o valor em ouro. Irritados com o impasse, a quadrilha levou Rosana para a frente de sua residência, localizada no bairro Taquaral, no início da madrugada de 10 de janeiro, rendeu os vigias particulares e a assassinou com três disparos de um fuzil AK-7.
Andinho também foi ligado ao assassinato do prefeito de Campinas, Toninho do PT, no dia 10 de setembro de 2001. O bandido negou envolvimento. No dia 17 de outubro, o seqüestrador Cristiano Nascimento de Faria afirmou em depoimento no Fórum de Campinas que o Andinho não participou do assassinato do prefeito.
O seqüestrador Wanderson Nilton de Paula Lima, foi condenado na tarde 16 de outubro a sete anos de prisão pelo assassinato de Nivandro de Souza Silva, ocorrido em 1998, em Campinas. Andinho cumpre pena por outros crimes na Penitenciária de Presidente Bernardes.