| Maíra Kiefer/Especial |
 |
| Faixa tinha mais de dois metros |
 |
|
|
|
|
Ativistas do Greenpeace e de outras seis organizações ambientalistas estenderam uma faixa no prédio onde fica o escritório da empresa Monsanto, na segunda-feira, em Porto Alegre.
A inscrição "Monsanto fora do nosso prato" foi estendida em uma faixa de mais de dois metros por dois militantes que subiram por cordas colocadas na parte externa do prédio. O grupo de cerca de 20 pessoas entregou um manifesto com 10 mil assinaturas contrárias ao uso de organismos geneticamente modificados, coletadas durante o fórum.
"A Monsanto é responsável por 90% dos cultivos de transgênicos em todo o mundo", disse Mariana Paoli, do Greenpeace. Os ativistas são contra o uso de sementes geneticamente modificadas e apontam a existência de risco de contaminação de lavouras tradicionais pelos transgênicos.
Os trangênicos já tinham sido alvo de protesto no 1º Fórum Social Mundial quando o ativista francês José Bové participou da queimada de uma lavoura da Monsanto, no município gaúcho de Não-Me-Toque.
|