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Guerra no Iraque
Porta-aviões simbolizam poderio militar dos EUA
 
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Os seis porta-aviões mobilizados pelo Pentágono para preparar o ataque ao Iraque são um símbolo da supremacia marítima dos Estados Unidos e de seu poderio militar ao nível global. A marinha americana tem 12 porta-aviões em serviço. Deles, quatro estão em alto-mar de forma simultânea, dois no Pacífico e mais dois se movimentando nas águas do Mediterrâneo e do Golfo.

Os porta-aviões contam com uma tripulação própria de 5 mil efetivos que incluem dois pilotos e o pessoal encarregado da manutenção dos 75 aviões que transporta. Quando se desloca, cada um deles precisa ser escoltado por uma frota de mais de doze navios com uma tripulação total que oscila entre 12 mil e 15 mil homens, entre oficiais, aviadores, marinheiros e marines.

O porta-aviões nuclear USS Nimitz partiu dos Estados Unidos em 3 de março, e espera-se que se reúna com os demais nas águas do Golfo até o fim do mês. Está acompanhado pelo cruzador USS Princeton e pelo destróier USS Fitzgerald, pela fragata USS Rodney M. Davis, pelo navio logístico USS Bridge e pelo cruzador USS Chosin, precisaram oficiais militares.

O porta-aviões USS Abraham Lincoln, o USS Constellation e o USS Kitty Hawk já estão no Golfo, enquanto o USS Harry Truman e o USS Theodore Roosevelt estão no leste do Mediterrâneo. Em geral, um grupo de batalha aeronaval consiste em dois cruzadores, três ou quatro destróiers, dois submarinos de ataque e vários navios logísticos.

Alguns incluem também três navios de guerra anfíbios e um contingente de 2,2 mil marines. A frota aérea que transporta é integrada por esquadrões de F/A-18 Hornet, F-14 Tomcat e aparelhos EA-6B de interferência eletrônica. A maior parte dos cruzadores e destróiers está equipada com sistemas de defesa aérea Aegis, que lhes permite perseguir e destruir mais de cem alvos aéreos de forma simultânea.

O sistema de defesa aérea também pode disparar mísseis de cruzeiro Tomahawk contra objetivos fixos situados a centenas de quilômetros de distância. As fragatas contam com mísseis guiados para combater submarinos e estão equipadas com mísseis Standard solo-ar e de tipo Harpoon antinavios (mar-mar).

A missão dos submarinos de ataque consiste em vigiar a presença de outros submarinos, mas também pode lançar mísseis Tomahawk e transportar forças especiais.
 

Redação Terra