| Reuters |
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| Um dos poderosos A-10 Thunderbolt em pouso em Seul |
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De apenas um tripulante, o avião A-10 Thunderbolt, cuja devastadora capacidade de
destruição foi demonstrada na Guerra do Golfo, em 1991, é um "canhão
voador" criado para destruir prédios, tanques e outros blindados. Muito
popular entre os pilotos, este "caçador de tanques" foi uma das estrelas da
operação "Tempestade no Deserto", na Guerra do Golfo, e teve atuação
destacada na missão da Otan em Kosovo.
O A-10, que entrou em operação em 1972, acumula uma excepcional folha de
serviços, com 8 mil missões desde 1991, quando aniquilou boa parte da força
iraquiana, incluindo tanques, mísseis Scud e helicópteros. Os Estados
Unidos têm mais de 350 aviões A-10, divididos entre a Força Aérea, o
Comando de Combate Aéreo, a força aérea de reserva e a guarda aérea
nacional.
O A-10 é um avião construído em torno de um canhão General Synamics GAU-8/A
Avenger, de 30 mm, que dispara pelo nariz da nave. Extremamente versátil, o
A-10 é de fácil pilotagem, pousa e decola em curto espaço, o que o torna o
avião ideal para atuar próximo à linha de fogo.
Fabricado pela Fairchild, o A-10 pode voar sobre o campo de batalha a uma
altitude inferior a 300 metros, e com visibilidade limitada a menos de 1,5
quilômetro. Uma blindagem de titânio protege a cabine do piloto, os
comandos de vôo, os tanques de combustível e os sistemas hidráulicos da aeronave.
Simples, robusto e de fácil manejo, o avião também pode transportar até 8 toneladas
de munição e tem um raio de ação de 465 km. Com um peso máximo de 22
toneladas, pode lançar bombas guiadas a laser e mísseis anticarro do tipo AGM 65 Maverick, capazes de penetrar nas blindagens mais pesadas, além de mísseis ar-terra AIM-9 Sidewinder.
O A-10 também é equipado com instrumentos de contramedidas eletrônicas e
visão noturna. Com 17,52 metros de envergadura e 16,25 metros de
comprimento, o A-10 é facilmente reconhecido por sua dupla empenagem e suas
duas turbinas na parte posterior da fuselagem.
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