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No mesmo dia em que o embaixador dos Estados Unidos na ONU, John Negroponte, pediu o fim, "o mais rápido possível", das sanções contra o Iraque, a França também propôs a suspensão. O país europeu foi o maior rival dos Estados Unidos por ter sido sempre contra a ofensiva militar no Iraque. Porém, em Washington, o departamento de Estado descartava a proposta francesa de suspender as sanções civis.
"Devemos trabalhar com a França e outros países para ver qual é a melhor maneira de alcançar esse objetivo o mais rapidamente possível", acrescentou Negroponte. As sanções são aplicadas pela ONU contra o Iraque há 13 anos.
A ação da França foi considerada surpreendente. Mas o embaixador da França na ONU, Jean-Marc de la Sabliere, disse que o programa petróleo-por-comida, que coleta rendimentos do petróleo iraquiano, deve ser mantido por enquanto sob o controle da ONU, mas ajustado às necessidades atuais do Iraque. De la Sabliere disse que sanções financeiras e comerciais precisam ser suspensas para permitir que o Iraque volte ao normal.
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