|
|
 |
Busca |
|
Faça sua pesquisa na Internet:
|
 |
|
O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, ironizou neste sábado a intenção do PT de não fazer restrições para consolidar alianças, com vistas à eleição presidencial de outubro.
» PT contará com aliados na campanha, diz Berzoini
"É interessante ver como as coisas mudam no poder. Antes, o PT era o maior crítico de alianças amplas. Hoje, eles topam qualquer coisa para tentar reeleger o Lula. Mas eu digo que nem isso adianta porque as alianças partidárias são construídas baseadas em um projeto, e eles não possuem nenhum projeto", disse Alckmin à Agência Estado.
O ex-governador paulista disse também que o presidente Lula está "deslumbrado" pelo fato de ter conseguido chegar ao comando do Executivo nacional. "Ele está perdido. Está usando salto tipo 15. Mas eu não. Eu estou pronto para trabalhar e colocar as sandálias da humildade porque o País não precisa de discurso e de palanque", concluiu.
Vice
Alckmin se recusou a confirmar os rumores de que estaria negociando uma aliança com o pré-candidato do PMDB Anthony Garotinho. Ele se limitou a confirmar o interesse em ter o PMDB em seu palanque, caso o partido opte por desistir da candidatura própria à Presidência. Aliados próximos ao tucano, no entanto, afirmaram que as recentes denúncias de corrupção contra Garotinho deixaram a cúpula do PSDB em alerta.
Sobre a posição de vice em sua chapa, Alckmin disse estar compromissado com o PFL. "Isso não quer dizer que temos alguns problemas pontuais, mas a vaga é deles", afirmou.
Ao lado do senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), que coordena sua campanha, Alckmin realiza neste final de semana prolongado mais uma intensa programação em cidades nordestinas, na tentativa de se tornar mais conhecido na região. O tucano passará por pelo menos seis cidades na Paraíba, Pernambuco e Ceará.
|