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Após apoiar o petista Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno de 2002 e romper com o governo no bojo da reforma da Previdência, em 2003, o PDT afirmou que está "aberto ao diálogo" sobre o retorno à base governista no segundo mandato do presidente. A posição foi expressada nesta segunda-feira pelo presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, em entrevista ao Dia Online.
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Apesar da intenção da reaproximação com o PDT manifestada pelo presidente Lula e outros dirigentes petistas, ainda não houve, segundo Lupi, nenhum convite formal neste sentido. "Ainda não, estou esperando (o convite). Quando tiver, estamos aberto ao diálogo. Não quer dizer que vamos participar (do governo)", disse o pedetista.
Lupi afirmou que o retorno do PDT ao governo Lula estaria condicionado apenas a "teses programáticas". "Temos que ouví-los, saber o que querem, dizer nossas propostas e, enfim, tomar a decisão", ponderou ele, acrescentando que a decisão final caberá à Executiva Nacional do partido.
O pedetista ressalvou, porém, que apenas "uma mudança muito forte das relações" do governo com o PDT pode fazer a legenda repensar a posição de independência decidida em dezembro de 2003. "De início, a relação foi individual e não partidária. Se quiser fazer uma relação institucional, aberta, podemos mudar essa posição de independência", assinalou.
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