ELEIÇÕES 2006
PRESIDENCIAL
ESTADUAIS
 Boletim
Receba as últimas notícias em seu email

 Fale conosco
Participe! Envie suas críticas e sugestões

 Sites relacionados
Eleições 2004


Presidencial
Segunda, 30 de outubro de 2006, 00h05 
Segundo mandato terá "governo de coalizão", dizem Tarso e Garcia
 
Últimas de Presidencial
» Lula falhou na participação social, diz especialista
» Stédile diz que reeleição é "extremamente positiva"
» Lula mantém rumo da economia e Mantega na Fazenda
» Contrapartida de apoio de Maggi a Lula prevê cargos federais
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai buscar uma relação mais formal com os partidos de sua base aliada em seu segundo mandato. A afirmaçãoé do ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, responsável pelo diálogo com os partidos. » Fotos: Lula discursa na Paulista
» Fotos: Lula dá 1ª entrevista
» Fotos: Lula vota e agradece
» Fotos: veja campanha para reeleição
» Fotos: confira a trajetória de Lula
» Opine sobre a vitória de Lula
» Confira o perfil de Lula

Tarso disse que, em breve, Lula vai se encontrar pessoalmente com todos os presidentes de partidos para tentar formar um "governo de coalizão". "Vai ser uma relação de presidente com os partidos e dos partidos com sua base parlamentar", disse.

O ministro afirmou que considera ser essa uma mudança em relação ao primeiro mandato. O objetivo é que não ocorra infidelidade partidária. "Por exemplo, o PMDB era um partido que participava do governo, mas, no Congresso, uma parte votava com o governo e uma parte votava contra", explicou ele.

O presidente interino do PT, Marco Aurélio Garcia, também espera a formação da coalizão. "Todos os partidos que apoiaram de alguma forma a reeleição de Lula vão ser chamados para conversar", disse.

Garcia disse que haverá conversa inclusive com os partidos que não declararam apoio formal a Lula durante a campanha, como PMDB, PDT, PV e Psol, a fim de buscar uma "aliança programática".

Tarso acrescentou que, tanto para os partidos governistas como os de oposição, a principal agenda será a reforma política. "Esses partidos que hoje estão na oposição estarão olhando para 2010 e querem uma democracia melhor para o caso de voltarem ao poder", explicou.
 

Agência Brasil